Ocupação Criança

Para quem acredita no potencial infantil

Conheça boas práticas do cotidiano das escolas!

A cada mês você encontrará uma nova prática que valoriza os saberes infantis para te inspirar!

 
Brincando com elementos da natureza

Nome da escola: CEI Vila Progresso
Responsável pelo projeto/ação: Rosiane Dal Bello Bezerra 
Função: Coordenadora Pedagógica
Município/Estado: São Paulo
Faixa etária atendida: crianças de 0 a 3 anos de idade

 
Chá Literário

 Nome da escola: Instituto PRÓ-SABER SP

Responsável pelo projeto/ação: Fernanda Renner, Márcia Félix e Lia Olival
Função: Coordenadoras Pedagógicas
Educadores envolvidos no projeto: Cristiane Mndes, Karina Alves e Patrícia Soares
Município/Estado: São Paulo - SP
Faixa etária atendida: 4 A 10 anos

 
Em contos (encantos) da África

Nome da escola: CEI Shangri-lá - Núcleo III - CCJA
Responsável pelo projeto / ação: José Leonardo Garcia e Karen Mariana Aguiar
Função: Professor de Educação Infantil -  Professora de Educação Infantil
Município / Estado: São Paulo - SP
Faixa etária atendida - 3 a 4 anos

Conheça as Boas Práticas Selecionadas na 2ª Mostra!

 

Destaque

Professor 1 - É ovo de quê? (São Paulo/SP)


"É ovo de quê?" Esse foi o questionamento das crianças que deu início ao trabalho. Nele elas assumiram a autoria de um processo de investigação, pesquisa, expressão e ampliação de saberes.
Ações planejadas garantiram a escuta e as interações das crianças: rodas de conversa sobre suas hipóteses; registro do que já sabiam e do que gostariam de saber sobre o tema; investigação e exploração da área externa da EMEI; pesquisas em diversas fontes (livros, revistas, sites e vídeos da internet); analisa de imagens de diferentes tipos de ovos até que descobriram de que eram os ovos encontrados na área externa e muitos outros saberes foram possíveis. 

 

Destaque

Gestão 2 - Arte de Criança: é bom ou não é? (São José do Rio Preto/SP)

Como transformar a prática de artes da escola incluindo as famílias? Essa intervenção processa uma verdadeira transformação na escola. Com um projeto formativo que nasce das necessidades dos professores e da observação da coordenadora sobre as proposições em Artes Visuais, a coordenação promove discussões relacionadas ao ensino e aprendizagem de Artes e muda a prática.
Esta é uma iniciativa valiosa por revelar a posição estratégica do coordenador pedagógico na qualificação das experiências vividas pelas crianças.

 
Professor 2 - Projeto Identidade (Gramado/RS)

A ação partiu de um questionamento da professora com relação ao contexto escolar no que diz respeito à “decoração dos ambientes” que não contavam com a participação infantil. Trabalhando com a identidade das crianças, personalizou os espaços a partir da ação das próprias crianças que extrapolaram a sala e invadiram os corredores da escola, refeitório e demais espaços escolhidos por eles. 

 
Professor 2 - Por onde passar nossas marcas vamos deixar (São Paulo/SP)

Transbordar a sala de aula com as marcas e expressões das crianças é um grande desafio. 
Esta prática valoriza as produções infantis ao expô-las nas paredes, no teto, no chão, nos brinquedos do parque, nos galhos de árvores, grades, varão de cortinas, entre outros. Pode-se observar, assim, que os saberes e fazeres das crianças se apropriaram “dos” e “nos” espaços da escola. 
Nesta ação podemos ver como a escuta das crianças e a ação do professor modifica o espaço da escola.

Boas Práticas Selecionadas na 1ª Mostra!

 
Gestão 1 - Pequenos Conselheiros, Grandes ideias (São Paulo/SP)



O projeto parte da escuta sensível das crianças e incentiva seu protagonismo, a partir da criação de um Conselho Mirim, composto por representantes de salas. 
Desde 2012 as crianças participam, junto com os adultos, da gestão democrática da escola e da tomada de decisões sobre assuntos de interesse da unidade escolar e do entorno. O projeto fomenta a autoria das crianças na transformação da escola em um espaço que contempla suas necessidades, atende suas sugestões e se torna mais prazerosa para todos. 

 
Gestão 2 -Brincadarte, aproximações entre o Brincar e a Arte na construção do currículo da Educação Infantil (São Paulo/SP)

Como transformar a escola a partir de um novo olhar para as crianças? Esta experiência demonstra que isso é possível. Valorizar a brincadeira e a arte na formação continuada dos educadores foi uma forma de dar vez e voz às crianças. Um novo olhar do professor e dos demais profissionais da escola, fez com que o brincar passasse a ser a principal atividade da Escola. E o brincar somado à arte possibilitou às crianças muita criatividade e aprendizado com autonomia e prazer. 

 
Professor 2 - Viagem ao Espaço. (Uruguaiana/RS)



A prática de ouvir as crianças e valorizar suas indagações levou a professora a ampliar seus saberes sobre as fases da lua e sobre o espaço.  Mas, para muito além disso, as brincadeiras, as experiências, as observações e pesquisas possibilitaram uma ampliação do faz-de-conta, dos desenhos e escritas infantis, a partir de seu protagonismo e de muita diversão. A construção da nave para viajarem ao espaço, a discussão sobre como ir, o que levar, a construção do mapa; toda essa riqueza demonstrou as potencialidades e o protagonismo infantil que acabou guiando todo o percurso. 

 
Professor 1 - Construções com papelão. (Barueri/SP)
Ao despertar para o valor das produções infantis, a professora passou a ver a criança como protagonista. A partir dessa mudança de visão, as crianças passaram a ser ouvidas, não apenas naquilo que verbalizavam, mas também por meio da observação de suas ações, de espaço para a externalização de suas ideias e de suas criações.
O papelão foi um dos materiais escolhidos pelas crianças que, sozinhas ou em pequenos grupos, desenvolveram projetos escultóricos. Investigavam as diferentes possibilidades do material e traziam à tona descobertas e narrativas que fizeram a riqueza dessa experiência. 

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Professor 2 - Nossas Curiosidades sobre a Natureza (Blumenau/SC)

De onde vem a água? Como ela chega na torneira? A água tem cor? Estas foram algumas das questões que as crianças trouxeram nas rodas de conversa. E foi a partir dessas curiosidades que surgiu o projeto.Muita pesquisa, experimentação e conversas levaram as crianças a ampliar aquilo que já sabiam e a se expressar utilizando elementos da natureza (pedras, madeiras, folhas, galhos, sementes, etc.). Elas representaram a água de diversas formas por meio de maquetes, desenhos e pinturas, demonstrando como se tornam protagonistas de seu próprio aprendizado. 

 
 
Gestão 1 - Como favorecemos o protagonismo infantil
Professor 3 - Apoio a construção da autonomia em relação aos cuidados
 
Professor 2 - Com que roupa eu vou pra chuva?
Professor 1 - Crianças ocupam as paredes